Sempre há um recomeço…
13 fev 2012 2 Comentários
em Produto da Sublimação Tags:paz, recomeço, vida
A vida começa com o cantar dos pássaros que anuncia o novo dia ou comemora sua própria existência. O mar reflete o brilho de um sol exuberante, de uma natureza tão radiante de cores. Andar na areia da praia é como flutuar sob nuvens claras em um céu completamente azul. É sentir o frio de uma água límpida e poder ver a beleza que é ser humano. Não tão brilhante como a própria beleza do mar, mas com contornos que nos mostra a singularidade de um ser complexo, desorganizado e livre.
Narciso mergulhou sobre sua própria imagem na tentativa de buscar aquele ser tão perfeito, nós mergulhamos em futilidades na tentativa de sermos cada vez mais robóticos e dependentes do olhar do outro sobre nós mesmos.
As espumas que flutuam são como nossos conflitos interiores: aparecem, crescem e somem por cima de nossas próprias pisadas. Somos seres, que por ser racionais, somos capazes de nos analisar sempre, basta ter coragem para sentir a angústia dos sentimentos que não conseguimos nomear.
Saber lhe dar com os conflitos da vida nos torna pessoas graduadas em existencialismo, porque a própria existência exige que sejamos sujeitos pensantes e porque não também atuantes?!
Cada pessoa planta sua semente no jardim que escolher, e os frutos são colhidos e compartilhados com todos. Os frutos podres deverão servir para que bons frutos nasçam novamente ou para mostrar que em determinados jardins a terra não é boa, não é fértil, devendo cada um saber onde procurar o melhor lugar para cultivar seu amor, sua esperança, sua vida.
Existem muitos jardins, uns até com espinhos aparentes.
Existem muitas sementes que não conseguem germinar.
Existem muitos seres humanos que não conseguem viver!
Existem asas suficientes para cada um voar.
E se existe amor nessa vida… que de fato seja para amar.
Ginetta Amorim
“A personalidade na balança”: uma ressalva.
10 fev 2012 Deixe um comentário
em Comportamento Tags:Alimentação, obesidade, personalidade
“Novas pesquisas revelam como o seu jeito de ser pode levar você a engordar.” ISTOÉ 08/FEV/2012.
Quando já não se tem mais o que falar da obesidade, dos fatores de risco que a predispõe, da Leptina, da Grelina, das balas emagrecedoras, etc. Entram em destaque as pesquisas que envolvem a estrutura psíquica do sujeito, como traços de sua personalidade, influenciando o ganho de peso.
Sabendo que vários são os fatores que predispõe o indivíduo ao ganho excessivo de peso traçar uma conduta em que a personalidade de cada um dita como o mesmo acumulou calorias extras no decorrer dos anos não trás novidade alguma no tratamento. Principalmente porque cada indivíduo é dotado de uma estrutura psíquica particular com experiências de vida incomum ao coletivo. Se no estudo realizado eles procuraram dividir os 1.998 candidatos em categorias como: insones, multitarefas, perfeccionistas, superseguros ou ainda intolerantes e impulsivos, só fizeram o desfavor de criarem mais rótulos pra aquelas pessoas que por muito tempo se frustraram ao saber que não conseguem atingir determinados objetivos quando se fala em regulação do peso corpóreo. Mais
Base: papo besta de mulé!
20 jan 2012 Deixe um comentário
em Maquiagens/Beleza Tags:base, face, fixação, MAC
Sabe-se que ao longo do tempo as bases para o rosto sofreram grandes mudanças resultando em aprimoramentos. Cada vez mais leves e numa infinidade de tons que permite a cada pessoa escolher aquela que mais entra em sintonia com sua pele
As marcas que possibilitam uma maior quantidade de tons são ótimas para pessoas amareladas como eu, exemplo as bases da MAC. Os tons são divididos por numerações (a minha é em torno de 40 a 43 para base e pó).
Quando as bases são classificadas em bege claro, médio, quase nunca dão certo, pois algumas possuem o fundo de tom rosado o que não se adéqua ao meu tom de pele que é amarelado. Veja nas fotos abaixo como a base faz a diferença, algumas saem com o rosto fantasma e outras com o tom muito mais escuro que sua pele. (foto abaixo)
A MAC possui uma diversidade de bases, cada uma com um propósito diferente. A base que estou usando é a Pro Longwear SPF 10 Foundation número 42. Estou simplesmente amando essa base, principalmente por ela não deixar minha pele oleosa (tenho a pele mista). O 2 em 1 Studio fix que uso, após algumas horas deixa minha pele com pouco de brilho e com a base acontece diferente pois a pele fica muito natural e ela pode ser usada tanto numa cobertura mais leve, como também numa média para noite. É uma base que se espalha com facilidade e seca rapidamente, tanto que se você não tiver cuidado em espalhar uniformemente pelo rosto o produto acumula-se em determinadas partes.
Descrição do produto de acordo com o site da sacks:
Base de longa duração que confere cobertura por até 15 horas em qualquer condição ambiental. Sua textura leve e cremosa, suavemente aplicada, cria uma cobertura fina a média. Controla a oleosidade mantendo a pele fresca, natural e impecável, mesmo em climas quentes e úmidos. Confere proteção solar para o dia-a-dia.
Bem é isso mesmo, assino embaixo tudo!
Credito da imagem: http://www.2beauty.com.br e google.
BBB: Voyeurismo que incomoda?
20 jan 2012 1 Comentário
É só começar o BBB que muitos levantam a bandeira contra ou a favor do programa. Sem pretensão de tomar qualquer posição com relação ao programa em si, gostaria de contra-argumentar alguns comentários que vejo na mídia. Nenhuma pessoa é obrigada a assistir o programa e nem o mesmo tem a pretensão de educar ninguém. São pessoas dentro de uma casa, sendo vigiadas 24 horas por dia, esperando o tempo passar e fazendo merda como muitos fazem aqui fora. É tudo a mesma coisa só mudando um pouco o contexto da história. Ver as mulheres dançando sensualmente nas festas é a mesma coisa que assistir aqueles que gostam de paredão. As mulheres são exibidas, esbeltas e sedutoras. Quer encontrar uma delas? Vá a uma boate, ou ao show do circo da folia. Tenho certeza que encontrará. (enfica, enfica enfica! Enfica o que? Rsrsrs)
Quem fala do BBB é porque se importa com ele, caso contrário não teria desejo de escrever sobre. Pelo menos é o que acredito por minha própria experiência, já que só consigo escrever sobre coisas que me estimulam mesmo que seja para ser uma crítica. Não acho que o BBB diminua minha inteligência, nem muito menos diminua meu tempo para leitura, consigo fazer as duas coisas no mesmo dia. Assistir ou não ao programa é uma questão de gosto, certo? Errado! É mais que isso, é uma questão de afinidade e identificação. Muitos se colocam no lugar dos participantes e sonham um dia poder participar e ganhar dinheiro fácil. Outros preferem jogar na loteria. Sonhos diferentes, como o mesmo objetivo. Tem aqueles que assistem para dar boas gargalhadas, já que muitas situações são dignas disso. Fora da casa, muitas vezes, somos palhaços atuantes no circo da vida.
“Ah porque dão bebida para os participantes ficarem loucos” Peraí né! Se eles bebem é porque querem e gostam, ninguém é obrigado a beber não. Muitos bebem aqui fora também, matam pessoas nas ruas, batem em suas mulheres, acabam casamentos, ainda bem que lá eles não têm carro e nem pode bater em ninguém. Sexo rola e não sei por que tanto “pantim” nesse último (se realmente tiver tido alguma coisa). Se a própria menina disse que não houve nada, pra que ficar remoendo o assunto. Só quem saiu perdendo foi o menino, pois deixou de tentar ganhar a grana toda. Imagino que pra ela ter que assumir o abuso seria algo muito negativo para sua imagem, dessa forma sua atitude até que foi coerente, porque a pessoa bebe e se insinua, enfim, a pessoa meio que se disponibiliza a paquera.
Percebo que existem aqueles que defendem a inteligência alheia pregando como se fosse um missionário da educação e se incomodam com a falta de cultura dos outros. Realmente é pra rir mesmo. Respeito opiniões contrárias, porque de certa forma toda forma de expressão é importante e estrutura o sujeito. Não julguemos um livro pela capa e nem aos telespectadores do BBB de idiotas. Somos todos parte da mesma horda e dela somos sombra e espelho daquilo que nos é transmitido, porém cada um se estrutura da forma que deseja, assim como seu senso crítico aflora ou amadurece nas situações nas quais se insere.
Ser um grande Voyeur* da vida, consequentemente das pessoas, pode de certa forma construir e desconstruir opiniões e saberes.
*curiosidade por tudo que é privado ou íntimo (uma das classificações).
Os números de 2011
02 jan 2012 Deixe um comentário
em Fora de qualquer categoria!
Os duendes de estatísticas do WordPress.com prepararam um relatório para o ano de 2011 deste blog.
Aqui está um resumo:
A sala de concertos da Ópera de Sydney tem uma capacidade de 2.700 pessoas. Este blog foi visitado cerca de 20.000 vezes em 2011. Se fosse a sala de concertos, eram precisos 7 concertos egostados para sentar essas pessoas todas.
O meu “desejo” para vocês!
23 dez 2011 4 Comentários
em Fora de qualquer categoria!
Desejar… Palavra forte que atribuir muitos significados quando acompanhada de outras palavras. Na verdade “o desejar” apenas, é uma palavra de impulso, de querer, um impulso que leva ao querer. Quando desejamos algo a alguém, é como se parte de nossos desejos também fosse idealizados em cada desejo do outro. É como se o meu desejo fosse o desejo de todos, por exemplo: a felicidade. Quando desejamos a felicidade a alguém, também de certa forma desejamos ser pessoas felizes.
O desejo move o mundo, as pessoas. É o impulso desejante que nos mantém vivos, que nos faz acordar cedo, trabalhar, pensar em ter filhos, viver…
Nossos desejos são como fontes geradoras de vida, é a energia que vibra em nosso interior.
Como é bom ser capaz de desejar… Já pensou se tudo estivesse sempre ao nosso alcance?! Quanta coisa deixaríamos de desejar nessa vida …
Por não ter tudo, eu desejo! E hoje por não ter vocês perto de mim, desejo que o ano novo que se aproxima seja repleto de desafios, de descobertas, de alegrias, e acima de tudo : de “DESEJOS”!
Beijo a todos!
“A linda flor Ginetta” por Pedro Pereira
16 dez 2011 Deixe um comentário
em Uma frase, um sentido, uma reflexão
Fui agraciada com esse lindo poema do meu amigo Pedro Pereira
“O Poeta Busca Nas Palavras o Seu Elo.
O Pintor Busca Na Cor o Belo:
Diante de Tanta Beleza é Fácil Encontrar No Jardim Florido: Orquídeas, Lírios, Tulipas, Gerberas, Jasmim, Violetas,Ginettas, Margaridas e Flores De Todas As Cores Exalando Perfumes De Sabores Contagiantes.
De Uma Leveza Delicada Que Encanta Meus Olhos, Provocando Emoções Policromáticas.
Como As Borboletas Enebriadas Com o Belo Das Ginetas No Jardim Colorido.
E Os Beija-Flores Deliciando o Néctar Da Seiva De Uma Linda Flor Ginetta Na Sinfônica Revoada Dos Pássaros Em Completa Felicidade Da Paz Celestial.”
“Feliz Aniversário”
27 anos e algo mais…
16 dez 2011 4 Comentários
Nesse mundão de meu Deus a gente encontra significado pra tantas coisas e outras ficam apenas no sentir, porque palavras não são suficientes para descrever o que de real tais sentimentos representam.
Somos seres tão sensíveis, tão fáceis de ser penetrados e sensibilizados.
Somos organismos em plena metamorfose de sentimentos, sonhadores em busca de realizações, espectadores da vida, de nós mesmos.
Talvez não exista nada que nos deixe mais perplexos que o nascimento de um ser. Seria gratidão demais da vida se fôssemos capazes de ter lembranças desse nascimento, os primeiros sentimentos que tivemos ao penetrar na história de outras pessoas e começar a construir desde cedo nossa própria história.
Há 27 anos nasci. Acredito que com um ano e pouco andei, com 3 deixei de mamar e logo em seguida aprendi a nadar. Aceitei um irmão mais novo, mas em troca comecei a chupar o dedo e segurar o dedo dele. Estudei em colégio de freira e quase todos os dias chegava atrasada, pois cada dia era um pneu diferente que furava (essa era a mentira que contávamos). Matei muita formiga queimada com uma lupa (experiências científicas). Colocava sabão pó na piscina para fazer dela uma banheira pro meus amigos. Lavar o terraço era que nem parque aquático, pois escorregávamos horrores. Fiz uma amiga chorar por ela não gostar de brincar, ela era esperta: já namorava! Cai dentro de uma cisterna, nasci de novo. Roubei dinheiro da lanchonete do meu avô pra comprar sorvete, fui repreendida e aprendi a nunca mais pegar nada que não fosse meu de fato. Brincando de casinha, beijei uma menina e apanhei por isso. Aprendi que não podia beijar meninas.(rsrsrs). Eu era a princesa do meu pai e escutava o boi da cara preta antes de dormir. Com 14 anos dirigia um buggy vei, ralei a bunda dele no portão e me escondi no banheiro para não ser repreendida. Sofri terrorismo dos irmãos, mas meu pai não disse nada. Aprendi nesse dia que quando a gente tem medo demais que certas coisas aconteçam, nada depois lhe acontece. Gazeava aula para assistir o programa da Xuxa. Minha avó descobriu, foi o fim! Entrei em muitas casas abandonadas tentando encontrar espíritos, nunca achei. Levei água benta pra escola, pois algumas salas do Colégio Santos Dumont eram mal assombradas. Gazeava aula pra pegar pitomba. Desaprendi a colar no dia em que meu professor de biologia pegou uma borracha com respostas em minha mão. Sofri Bullying mesmo antes de existir essa palavra, pois caneta, chupeta, gilete, pra não dizer outras coisas, era o que os meninos me chamavam. Meu primeiro amor de infância era o amor de todas as minhas amigas, foi luta! Fui rejeitada por minhas amigas da rua por não ter menstruado e depois que menstrue subi de patente. Elas se gabavam por ser “moça”. Mainha costumava jurar pela minha virgindade, fiquei preocupada com isso. (rsrsr) Cheguei da aula um dia e minha mãe tinha dato um Playboy pro meu primeiro namorado ver enquanto me esperava. (minha mãe é uma figura). Fui couver das Spices Girls. Meu pai queria que eu fosse médica pra satisfazer seu desejo, me tornei nutricionista satisfazendo o meu “desejo”. Porém sendo o desejo algo insatisfeito estudo muitas outras coisas e tenho as pessoas como objeto de estudo. Sou sagitariana, tenho espírito livre que se aprisiona por bem querer. Sou fixada no número 7 e é com ele que desperto meu lado esotérico. Não gosto de cobranças, mas até que gosto de cobrar, na verdade gostaria que as pessoas agissem como eu agiria em determinadas situações. Gosto de imitar as pessoas e parece que isso é por causa de uma falha que tenho por ai (Freud explica! Rsrsr). Sou extremamente intuitiva ou seria fantasia? Tenho muitos sonhos, de fato sou uma sonhadora. Hoje em dia sou inquieta, busco conhecimento, não todos, mas os que me fazem entender melhor o outro e porque não dizer a si mesma?! Se escrevo é porque necessito, o porquê? Energia, talvez, muita energia que precisa de alguma vazão.
Há 27 anos estou aprendendo a ser, e daqui pra mais alguns anos continuarei sendo…
Ginetta Amorim
O não “gostar” da criança dito pelos pais
15 dez 2011 1 Comentário
em Alimentação Tags:alimento, criança, gosto, hábitos alimentares
Na convivência diária com algumas pessoas da família observei certos comportamentos que são dignos de uma reflexão maior, basicamente sobre os hábitos alimentares das crianças.
Observei que naturalmente os pais são levados a dizer que a criança não gosta disso ou daquilo outro, uma atitude muito onipotente dos desejos de uma criança que ainda está em pleno desenvolvimento de seu paladar, não acham?!
Dizer aos outros na frente de uma criança que ela não gosta de certo alimento pode, acredito eu, criar grandes obstáculos na posterior aceitação do mesmo.
A afirmação de que a criança não gosta disso ou daquilo outro se torna muito generalista, mas sei que é comum os pais argumentarem que conhecem seus filhos e que sabe que eles não gostariam de comer determinados tipos de alimentos.
O guia alimentar para crianças menores de 2 anos diz: A espécie humana necessita de uma dieta variada para garantir uma nutrição adequada. O consumo de uma variedade de alimentos em quantidades adequadas é essencial para a manutenção da saúde e do crescimento da criança. Para ingerir uma dieta variada, além da dos alimentos, é fundamental a formação dos hábitos alimentares. (Guia)
A formação dos hábitos de uma criança é fundamental para que a mesma venha no futuro a fazer melhores escolhas e de certa forma se prevenirem de agravos a saúde relacionado à própria inadequação alimentar.
A formação dos hábitos alimentares é muito importante e começa muito cedo. É comum a criança aceitar novos alimentos apenas após algumas tentativas e não nas primeiras. O que pode parecer rejeição aos novos alimentos é resultado do processo natural da criança em conhecer novos sabores e 90 texturas e da própria evolução da maturação dos reflexos da criança. (Guia)
As crianças nos primeiros anos de sua vida basicamente imitam os pais, tornam-se “esponjas” do ambiente familiar na qual convive e é essa relação que primeiro a constrói. Todos ao seu redor são de certa maneira educadores de gosto, de atitudes, de sentimentos, por isso a importância de cada um.
Educar o paladar da criança é dizer de outra forma que ela não gosta de determinados alimentos, é sim que no momento, na verdade, ela não se interessa por eles. A importância disso está no fato de que a criança escuta e assimila que seu gosto pode ser livre, e ela pode vir a desejar o que bem entender, sendo a aversão uma coisa momentânea.
#ficaadica
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Política de Saúde. Organização Pan Americana da Saúde. Guia alimentar para crianças menores de dois anos / Secretaria de Políticas de Saúde, Organização Pan Americana da Saúde. – Brasília: Ministério da Saúde, 2002.
Acerca da vida em sociedade
13 dez 2011 1 Comentário
A sociedade repara o que você veste, se importa com o preço que você gastou…
A sociedade lhe coloca rótulos e faz com que alguns o incorporem…
A vida em sociedade é assim: todos ou pelo menos a maioria se importam com o que você faz de sua vida – o que se faz crer que a vida da pessoa diz mais respeito às outras pessoas do que a você mesmo… ?
Basicamente as pessoas não se preocupam em cuidar de sua saúde, mas perdem horas falando da saúde dos outros… (observação)
Pouca leitura, pouca buscar do saber, seria isso o faltante para tais pessoas?
Sabe que talvez não! A vida é uma grande escola que muitas vezes não se utiliza livros, mas a linguagem. A linguagem ensina os sujeitos a serem, e muitos outros apenas existem.
Ser é diferente de existir.
Ser é a busca do ideal, existir é a solidificação do que nada se tentou ser.
Não se precisa muita coisa para ser, basta querer, basta desejar. Somos seres capazes de desejar e é esse desejo que move o mundo, que aproxima as pessoas que faz a vida acontecer.
Muitos se acomodam, transitam na zona de conforto que o que mais interessa é pensar sobre a vida de outras pessoas, seria sua vida assim tão desinteressante a ponto de todo seu desejo e interesse está alheio ao seu interior?
Começo a entender o porquê de muitos viverem longe das “sociedades quadradas”, realmente o olhar do outro incomoda, talvez por ser o dono desse olhar o nosso ideal não desejado.
Será que a convivência com pessoas que não são nossos ideais fragmenta nossos desejos, nos tornam passíveis em aceitar opiniões desnecessárias e ainda ausentes de estímulos críticos?
Ignorar a ignorância é de fato uma atitude coerente para aqueles que decidem fazer parte da “horda”, que por sinal nunca deixou de ser primitiva, apenas melhor disfarçada.
As pessoas cultivam sentimentos invejosos e não pense que existe aquela “inveja boa” como muitos afirmam, pois inveja é inveja e ponto final. Desde criança sentimos inveja. Seria ela intrínseca ao ser humano? A desejar o brinquedo de outra criança é inveja o que sentimos por ela. Seria realmente o meu desejo o objeto de desejo do outro?
Não se preocupe em concordar, pois não existe verdade absoluta e sim a busca incessante por ela.
Ginetta Amorim



